Preconceito, por onde ele anda?

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Preconceito, por onde ele anda?

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Até na hora de ser contratado Você, leitor, pode estar sujeito a isso. Quer saber por qual característica?

 

Quantidade de dinheiro no banco (muito ou pouco), altura, peso (muito ou pouco), cor de pele, religião, gênero, estilo de roupa, idade, nacionalidade, time de futebol, entre outros.

 

Só que Você, leitor, também julga!

 

“Não! Eu? Magina!”

 

Está inclusive fazendo um julgamento agora!

 

Obviamente, isto não faz de você ou quem quer que seja uma pessoa preconceituosa.

 

Julgar, ou seja, formular uma opinião sobre algo, seja esta opinião favorável ou não, é peculiar à natureza humana.

 

MAS, tomar decisões e fazer acusações com base em uma característica discriminatória, isso sim, além de genuína ignorância é ir contra a heterogeneidade que constrói a nós mesmos!

 

Conheço selecionadores que foram obrigados a contratar um profissional “assim ou assado”, sendo que o “tal requisito” não iria contribuir em nada com o trabalho proposto. Eu mesma já estranhei algumas exigências peculiares de alguns contratantes.

 

Além de desperdiçar talentos, este tipo de atitude contribui para uma cultura da superficialidade em que valores não são nada, e força de vontade muito menos.

 

Ainda assim, vale ressaltar que critérios de seleção são de extrema importância para que a empresa possa filtrar candidatos.

A questão aqui é quando o critério se refere a um aspecto que em nada tem relevância para o trabalho a ser executado. Por exemplo, exigir que o profissional tenha boa aparência para um cargo administrativo.

 

Você acha que ser mais “bonito” vai fazer ele executar melhor as atividades? Pois é, só que não! Entretanto, no mercado de trabalho tem muito disso.

 

DICA PARA PROFISSIONAIS EM BUSCA DE EMPREGO: pesquisar sobre a empresa, ver o perfil dos funcionários que trabalham nela (as redes sociais, como LinkedIn, Facebook estão aí para isso  ). Assim você pode ter uma referência do que a empresa valoriza, qual o Dress Code (código de vestimenta / modo de vestir adequado) e qualificações em comum que a maioria dos contratados possuem.

 

Isso irá lhe ajudar a conhecer sobre os valores da instituição, e você poderá ir mais bem preparado!

 

DICA AOS RECRUTADORES: não se esqueça do Efeito Halo, ele está aí “causando”. E que, você faz parte da empresa e tem especial contato com gestores, ou seja, também pode e deve influenciar uma cultura de não discriminação.

Kátia Rodrigues Sczcepanik (sobre a autora)

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